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Adaptações sanitárias e falta de imunização dos professores a impedem retorno de aulas presenciais



Apesar da Lei Municipal nº 953 de 2021, em vigor desde o último dia 10 de junho, que reconhece os serviços da educação como essenciais em Luís Eduardo Magalhães, com a liberação das aulas presenciais, a realidade na rede pública ainda depende de alguns fatores.


Além dos mais de 19 mil alunos do município, os professores da rede ainda não estão imunizados. A grande maioria só tomou a 1º dose da vacina. São ao todo 1.012 professores. Há profissionais, alunos e servidores com comorbidades que estarão dispensados do comparecimento presencial nas unidades, até que estejam vacinados, permanecendo com as atividades de forma remota.


E uma outra questão: a estrutura física das escolas, que vai precisar passar por uma série de intervenções para adaptação às medidas sanitárias obrigatórias.


“Nós estamos trabalhando também na logística do transporte e da merenda. Pensando em como não aglomerar essas crianças dentro do ônibus e na hora do lanche. Tudo isso tem que ser estudado, para que tenhamos uma volta totalmente segura. Lembrando que a nossa realidade é muito diferente das escolas particulares”, pontuou a diretora de Ensino, Miriam Martins.


Todas essas decisões deverão ser tomadas conjuntamente com o Conselho Municipal de Educação.


De acordo com a lei, as escolas deverão ofertar a possibilidade de ensino remoto, cabendo aos pais ou responsáveis, fazerem a opção pela modalidade que melhor entenderem, sem qualquer prejuízo pedagógico ao aluno. Como já acontece no município, através da plataforma ‘Escola em Casa’.


Ascom / PMLEM

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