• Por Gervásio Lima

Já é Natal, e Ano Novo também...


O mês mais iluminado (literalmente) é também o mês que o assalariado mais ganha e mais gasta. Os tradicionais festejos de final de ano que envolve as comemorações natalinas e a chegada de um novo ano são os principais responsáveis pelo aumento das vendas no comércio de todo o país no mês de dezembro.


O clima natalino leva milhares de pessoas para as lojas físicas e virtuais. Esta é a data mais esperada pelos comerciantes, afinal são muitas pessoas para se presentear, tais como os familiares, namorados, amigos mais próximos, entre tantos outros. Do ponto de vista do capital é correto afirmar que o mês em que os trabalhadores, aposentados e pensionistas recebem um salário extra é de pura alegria para quem compra e para quem vende.


Presépios rodeados de Papais Noéis, trenós, hienas e outras esculturas de anjos e de animais enfeitam lojas, enquanto vendedores de gorros vermelhos tentam atrair os clientes. O colorido especial que marca o período natalino pode ser visto em vários locais da cidade que já se encontra pronta para a grande festa. A iluminação comemorativa enfeita o centro da comercial, anunciando a celebração.


Esse é o mês de dezembro de várias cidades brasileiras, onde o espírito natalino incorpora no dia-a-dia da população que, talvez pelo momento ser diferenciado, não questiona e não interroga sobre determinados gastos para que a sua cidade fique tão bem decorada e iluminada. Não importa quem é o sanfoneiro, o importante é forrozear.


O período natalino geralmente é o momento de reflexão, de prestação de contas com a consciência e de balanço espiritual. É o momento daquele que foi mau durante todo o ano ficar bom por um dia; dos muitos que negaram um prato de comida tentar se redimir com a doação de uma cesta básica. É a hipocrisia querendo ser melhor que a demagogia.


O Natal é sinônimo de união, estar rodeado de pessoas que ama, sabendo que isso é recíproco, no lugar que se sente feliz, de alegria, felicidade e de esperança. Natal é amar a vida e amar o próximo, sem preconceitos e sem discriminações. Esses são os sentimentos que precisam ser alimentados, no meio de uma situação sombria da Terra e da humanidade.

É preciso lutar e acreditar que ainda existirá futuro e que povos poderão se salvar.


Feliz Natal e próspero Ano Novo!

Por Gervásio Lima Jornalista e historiador

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