• Da redação

Policiais baianos são presos por assaltos a banco na PB


Dois policiais militares baianos e um outro homem foram presos em Campina Grande, na Paraíba, suspeitos de praticar sequestros e explosões a bancos no estado. Eles foram presos tarde desta quarta-feira (17), enquanto adulteravam um veículo que seria usado em outra ação criminosa. Eles foram identificados como Diego Afonso Saraiva, Danilo Fernando Oliveira Alcântara e Eberson Carmo dos Santos. "Os três suspeitos se identificaram como policiais militares do Estado da Bahia. Após realizar pesquisas, foi descoberto que dois realmente são PMs da Bahia, enquanto que o terceiro suspeito estava com documento funcional de PM falso. Os investigadores chegaram até a quadrilha após investigação que durou um ano e dois meses", disse o delegado Luciano Soares. A prisão ocorreu em um sítio na Zona Rural do munícipio de Fagundes. Com eles, foi encontrado um grande arsenal, com armas de diversos calibres e centenas de munições, além de acessórios que possivelmente seriam usados em ações criminosas, como gandolas, balaclavas, distintivos falsos e um veículo Fiat Touro que estava sendo adulterado.


O grupo estava sendo investigado há mais de um ano, após uma série de sequestros contra empresários em Campina Grande. Três empresários, que foram vítimas do grupo, já foram até a delegacia e reconheceram os suspeitos. Os sequestros foram em janeiro e setembro de 2018 e em março desse ano.



Durante as buscas, os policiais encontraram um contêiner que seria usado como cativeiro para as vítimas. Lá havia uma churrasqueira, peças de carro e duas janelas. Os presos foram autuados em flagrante pelos crimes de adulteração de sinal de veículo automotor, receptação, porte ilegal de arma de fogo, falsidade documental, associação criminosa e três casos de sequestros. O PM Diego Afonso Saraiva é lotado na 49ª CIPM, bairro de São Cristóvão, em Salvador. Em nota, a Corregedoria da Polícia Militar da Bahia informou que aguarda a remessa dos autos de prisão em flagrante da Polícia Civil da Paraíba - referente aos policiais militares da Bahia presos no Estado - para, dessa forma, dar início ao Processo Administrativo Disciplinar (PAD) que tem como pena máxima a demissão.


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