Comerciantes de Luís Eduardo Magalhães protestam contra altas taxas de iluminação pública
- Da redação
- há 3 horas
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O alto custo da taxa de iluminação pública continua gerando forte indignação entre empresários e comerciantes de Luís Eduardo Magalhães. A cobrança, considerada desproporcional por quem mantém pequenos e médios negócios na cidade, tem pesado diretamente no orçamento do setor produtivo local. Segundo relatos de comerciantes que lutam para manter as contas em dia diante de margens de lucro cada vez mais apertadas, o valor cobrado destoa da realidade do serviço prestado. Um empresário local, que preferiu não se identificar, expressou sua revolta ao relatar que paga R$ 225,00 por mês pela taxa de iluminação em seu pequeno comércio, o que representa um custo anual de R$ 2.700,00, classificando o valor como um absurdo apenas para ter uma lâmpada acesa na rua.
Para além do impacto individual no bolso do contribuinte, os números apurados pelo Jornal Classe A revelam uma grande disparidade entre o valor arrecadado pela prefeitura e o montante efetivamente pago à concessionária de energia. Com base em dados de 2025, a arrecadação municipal ultrapassa R$ 1,8 milhão por mês apenas com a taxa de iluminação pública, enquanto o valor repassado à Coelba é de aproximadamente R$ 800 mil no mesmo período. Essa diferença significa que sobram quase R$ 1 milhão mensalmente nos cofres públicos. A expressiva margem financeira tem levantado questionamentos na cidade sobre a necessidade de manter cobranças tão elevadas sobre a população e a classe empresarial, gerando cobranças por mais transparência em relação à destinação desse superávit mensal.
Da redação / Classe A





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