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Conta de luz vai ficar mais barata em novembro, anuncia Aneel

Bandeira amarela substituirá vermelha, que vigorava desde maio; agência espera aumento dos reservatórios com chegada das chuvas

 

 

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou no começo deste mês que vai modificar a bandeira de cobrança que mensura a quantidade de eletricidade utilizada em casa residência do país.

 

Até outubro, a tarifa vermelha do Patamar 1 vigorou nas contas de luz, cobrando R$ 5 a cada 100 kWh (kilowatts-hora) consumidos. A partir deste mês, a bandeira será amarela do mesmo patamar, o que significa o valor de R$ 1 a cada 100 kWh.

 

Segundo a Aneel, o período de chuvas que se inicia em dezembro favorece a redução das cobranças. Mesmo com reservatórios em níveis inferiores aos esperados para a época, a agência acredita que eles devem aumentar conforme o verão traga consigo mais tempestades e precipitações fortes.

 

O órgão estatal mudou a bandeira tarifária das contas de luz dos consumidores em maio deste ano, da verde para amarela dentro do "Patamar 1", o que significa o nível intermediário do primeiro patamar de custos repassados pela agência estatal -- a bandeira mais cara é a "vermelha". Com a alteração, cada 100 kWh consumido custou R$ 1 a mais aos consumidores.

 

O sistema de bandeiras foi criado para sinalizar aos consumidores os custos reais da geração de energia elétrica. A adoção de cada bandeira, nas cores verde (sem cobrança extra), amarela e vermelha (patamar 1 e 2), está relacionada aos custos da geração de energia elétrica. No patamar 1, o adicional nas contas de luz é de R$ 3 a cada 100 kWh; no 2, de R$ 5.

 

Com a adoção da bandeira amarela, o órgão aconselha hábitos que contribuam para a economia de energia, como tomar banhos mais curtos utilizando o chuveiro elétrico, não deixar a porta da geladeira aberta e não deixar aberturas externas em ambientes com ar-condicionado de janela.

 

Apesar das bandeiras, a Usina de Itaipu, na fronteira do Brasil com o Paraguai, superou também em maio a marca de 43.062.656 megawatts-hora (MWh) registrada entre janeiro e maio de 2016 e chegou ao seu recorde histórico de produção de energia. A administração da usina informou ainda que, se comparado aos primeiros cinco meses de 2017, a diferença foi de 7%.

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