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Conheça a L-carnitina, aminoácido que pode ser utilizado como coadjuvante no tratamento de diversas doenças

Nutriente também pode ajudar a acabar com as cãibras

 

 

Em meados dos anos 50, a L-carnitina foi relacionada ao processo de transformação das gorduras em energia. Em 1980, a suplementação desse aminoácido foi indicada em ambientes hospitalares para pessoas que tinham doenças relacionadas com a deficiência desse nutriente.

 

            Hoje, a L-carnitina é utilizada frequentemente como coadjuvante na redução de gordura corporal, sendo usada em suplementos conhecidos como termogênicos, de acordo com o nutricionista esportivo Diogo Círico.

 

            “Os possíveis efeitos termogênico e emagrecedor da substância baseiam-se no fato de que a L-carnitina atua nas reações de transferência dos ácidos graxos cadeia longa do citosol para a mitocôndria, facilitando a oxidação desses e a consequente geração de ATP”, explica o especialista. O ATP que Círico diz é uma das moléculas mais importantes e que oferece a energia que as células precisam para realizar as atividades.

 

            A L-carnitina tem sido frequentemente utilizada como coadjuvante no tratamento de doenças que estão relacionadas com a presença de níveis elevados de lipídios (gorduras) no sangue. O colesterol, por exemplo, é uma gordura importante para nosso organismo, mas em grande quantidade pode levar a um infarto ou derrame. “A suplementação de L-carnitina tem sido estudada em função de possíveis efeitos antioxidantes, tanto em indivíduos saudáveis quanto naqueles com necessidades especiais, como portadores de doenças isquêmicas e neuropatia diabética”, complementa Círico.

 

            O aminoácido também pode ajudar a combater outros problemas, como doenças cardiovasculares, doença arterial periférica, além de poder melhorar as irregularidades no metabolismo lipídico de pacientes com AIDS e doença renal. Nesse último caso, o indivíduo que faz diálise ou transplante renal pode perder alguns nutrientes importantes para o organismo, como as proteínas e, particularmente, a carnitina.

 

            Por fim, uma das funções deste nutriente é participar da retirada de subprodutos tóxicos gerados no metabolismo. O acúmulo destes elementos pode levar ao aparecimento de cãibras. Ainda não existem estudos conclusivos, mas o fato é que o uso de L-carnitina já começou a ser testado em pacientes com cirrose que sofrem muito dessa disfunção muscular, e os resultados são promissores.

 

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