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5 razões para investir em uma segunda graduação

November 21, 2017

 

Para conseguir melhores postos de trabalho ou mesmo para não perder a posição já conquistada, muitos têm optado por uma segunda graduação

 

        Uma das características definidoras do mercado de trabalho nos dias atuais é o dinamismo. Diferentemente do tempo dos nossos pais e avós, em que bastava dominar algumas técnicas e habilidades para se sobressair, atualmente é preciso uma atualização constante. E alguns conhecimentos deixaram de ser qualidades adicionais para se transformar em um pressuposto para a maioria das atividades profissionais - por exemplo, conhecimentos básicos de computação e de inglês.

 

        Essas novas configurações impõem desafios tanto para os que estão entrando agora no mercado de trabalho quanto para aqueles que precisam se manter ativos na idade madura. E fazer uma segunda graduação é uma das estratégias indicadas pelos especialistas em recursos humanos para os que pretendem enfrentar esses desafios e se dar bem em sua vida profissional nos dias atuais.  

 

        Abaixo, elencamos cinco motivos para você fazer uma segunda graduação:

 

        - Trata-se de um importante ativo no currículo

        Um candidato que realizou uma segunda graduação já sai na frente no momento da competição por uma vaga no mercado de trabalho, independentemente da área. Essa disposição de fazer um novo curso é um excelente indicativo de qualidades pessoais bastante valorizadas, tais como: curiosidade, vontade de aprender sobre assuntos novos, autonomia, persistência e iniciativa. E, conforme salientou a gerente de inovação Daniela Klaiman, no evento Rethink Business Brasil, que aconteceu em São Paulo no mês passado, a dimensão comportamental será cada vez mais importante no momento da contratação. Busca-se, cada vez mais, funcionários polivalentes e com amplos repertórios de resolução de problemas.

 

- Uma forma de potencializar a convergência de habilidades para antigas e novas profissões

        A união de conhecimentos e habilidades aprendidos em dois cursos diferentes pode levar a um aprimoramento da atividade principal do profissional - ou mesmo ao estabelecimento ou à entrada em um novo nicho de atividades.

 

        Esse é o caso de Marilene dos Santos, uma pernambucana de 42 anos que mora em São Paulo há mais de 15. Após 10 anos de formada em administração de empresas, na Unip, Marilene reingressou na mesma universidade, em 2009, para cursar moda. E, ao terminar a segunda faculdade, pôde mudar de vez para o ramo da moda e abrir uma confecção própria, de maneira completamente independente - graças aos conhecimentos acumulados nas duas áreas, de administração, por um lado, e de moda, por outro.    

 

        Além dessas convergências para a realização de atividades que conhecemos, fazer duas faculdades pode ser fundamental para estar preparado para as novas profissões que devem surgir nos próximos anos. Conforme afirmou Klaiman, no evento supracitado: “Até 2030, 50% dos empregos que conhecemos hoje deixarão de existir”. Logo, para os que querem seguir colocados no mercado de trabalho, estar preparado para o novo é fundamental.  

 

- Para fazer o que se gosta (finalmente!)

Na maioria das vezes, a primeira faculdade nem sempre reflete os verdadeiros gostos e habilidades das pessoas. Principalmente quando essa escolha é feita no início da juventude, momento em que ainda não temos clareza do que somos e do que queremos ser. Uma segunda graduação pode ser a solução nesses casos! Para Marilene, por exemplo, deixar de trabalhar em um escritório para abrir a própria confecção “foi a realização de um sonho”.  

 

- O esforço pode ser bem menor do que aquele despendido na primeira graduação

        Para os que reingressam no ensino superior, é possível pleitear algumas facilidades nas universidades particulares - como a dispensa de realização de novo vestibular.

 

        E, caso a área escolhida para o segundo curso tenha afinidades com a área do primeiro, é possível, ainda, pleitear a equivalência de algumas matérias realizadas durante a primeira graduação, o que pode levar a uma diminuição do tempo do curso.

 

- É possível usufruir dos incentivos dados aos estudantes das universidades particulares

Independentemente da quantidade de cursos realizada, é possível pleitear as bolsas oferecidas pelas universidades particulares e as facilidades de financiamento. O programa Educa Mais Brasil, por exemplo, possui mais de 18 mil instituições cadastradas e oferece descontos de até 70% nas mensalidades dos cursos. Circunstâncias que auxiliam bastante aqueles que buscam uma segunda graduação.  

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