• Da redação

LEM: população vai à sessão da Câmara pedir transparência ao presidente da casa




A sessão da Câmara Municipal de Vereadores de ontem, terça-feira, dia 05, foi marcada por um clima tenso, e cheio de manifestações de repúdio por parte dos vereadores da base do governo, pela forma com que foi conduzido o encaminhamento de um Requerimento, o qual pede a presença do prefeito para tratar de assuntos do município.


De acordo com os vereadores da base governista - Adelar Cappellesso, Nei Vilares, Daiana Faedo, Zezilia Martins, Lisvan Vasconcelos, Raimundo da Nacional, Cristiano Reis e Zadinho Motinha, eles não foram comunicados e nem chamados para assinar o tal requerimento.


“O que se viu aqui foi um ‘requerimento panelinha’ criado e aprovado em torno da mesa diretora da Câmara, com fins claramente políticos, e para desgastar a imagens dos vereadores da base do prefeito. Só que deu errado. Desmascaramos a panelinha e agora vamos cobrar esclarecimentos sobre a tal compra de café feita em uma perfumaria”, disse o vereador Nei Vilares.


Segundo a vereadora Diane Faedo, “eles quebraram a harmonia existente entre os pares, ao fazer um requerimento às portas fechadas e depois publicá-lo sem as nossas assinaturas, afirmando que estamos trabalhando contra os professores. Vergonhosa a atitude deles. Usaram um caso sério como dos professores para fazer politicagem”, desabafou a vereadora.


E o que parecia estar esfriando era o assunto do café, que o presidente da Câmara, vereador Fernando Fernandes, comprou numa perfumaria vizinha à sua residência. Este assunto deverá ser requentado, assim como o da reforma da Câmara, aprovada pela mesma mesa diretora, ao custo de R$ 7 milhões. Opositores prometem que a Justiça será acionada.


Após denúncias feitas pela TV Band, o vereador Fernando Fernandes, nunca deu satisfação sobre o porquê da compra do café numa perfumaria. Tão pouco justificou porque a empresa ganhadora, que é ligada a uma pessoa da sua família, ficou desobrigada a apresentar um documento exigido durante a licitação. Com a palavra, o vereador Fernando Fernandes.