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SSP afirma que Atlas é falho e não tem credibilidade


A Secretaria da Segurança Pública da Bahia ressalta que o Atlas da Violência 2018 utiliza o banco de dados Datasus, alimentado pelas secretarias municipais de saúde, que apresenta falhas por tomar como base o local de residência da vítima e não aonde o crime ocorreu. Destaca que corrobora com a análise feita, sobre a mesma pesquisa, pela SSP de Pernambuco, considerando equivocado utilizar o Sistema de Informação sobre Mortalidade (SIM), criado para análise de saúde pública, como fonte para debater outro assunto.


Os ditos pesquisadores descartam os dados do Ministério da Justiça, fornecidos pelas secretarias estaduais de Segurança Pública, elaborados por policiais que lidam diariamente com a violência, na prática. Vale a pena lembrar que por anos usaram esta base de dados, depois argumentaram não ser confiáveis, desqualificando, desta forma, os estudos produzidos por eles. Infelizmente são aventureiros querendo 'surfar' em uma situação que a origem está nos problemas sociais e não na ausência de atuação das forças de segurança estaduais e federais.


Esclarece também que a falta de compromisso do Fórum Brasileiro de Segurança Pública resultou numa quebra de contrato de prestação de serviço com o Governo da Bahia. A empresa foi contratada pelo valor de R$ 2 milhões para fazer uma consultoria sobre segurança para o programa Pacto Pela Vida e, no meio do processo, desistiu alegando não ter condições de concluir. A entidade foi multada e penalizada com suspensão temporária de 315 dias para participar de novas licitações com instituições públicas, na Bahia.


Dito isso, a SSP informa que as taxas de Crimes Violentos Letais Intencionais (homicídio, latrocínio e lesão corporal dolosa) foram de 96,3 em Eunápolis, 85,4 em Simões Filho, 66,3 em Lauro de Freitas e 64,4 em Porto Seguro. Explica que, diferentemente do Fórum, não coloca nessa contabilidade os casos de legítima defesa, de criminosos mortos em confronto com a polícia e de mortes a esclarecer. Por fim lembra que em 2017 quase 25 mil criminosos foram presos, que nos três anos últimos anos 6,4 mil policiais foram contratados e que o trabalho continua sendo realizado de maneira incessante.


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