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Família desenterra mulher após desconfiar que ela foi enterrada viva em Riachão das Neves, Extremo O


Uma família de Riachão das Neves alega que uma ente-querida foi enterrada viva há 12 dias atrás. A família acredita que ela não estava morta, mas sim, em um estágio de catalepsia.


A mulher estava internada no Hospital do Oeste com problemas respiratórios, e foi constatado o óbito que foi emitido pelo hospital onde a mesma estava internada.


Segundo informações, a família acredita que a mulher filha de Dona "Begue" estava viva dentro do caixão, uma mulher que mora vizinha ao cemitério ouviu gritos de socorro. Ainda segundo informações a mãe da vítima sonhava que a filha estava viva.


Nesta sexta-feira (09), familiares e moradores foram até o cemitério e abriram a gaveta da sepultura da vítima, ao abrir o caixão o corpo estava de bruços e o nariz e os ouvidos estavam sem os algodões, e a mulher estava com as mãos arranhadas.


Por conta disso provavelmente a Justiça solicitará um novo exame de necropsia pelo Instituto de Medicina Legal (IML).


Catalepsia:

É um distúrbio que impede o doente de se movimentar, apesar de continuarem funcionando os sentidos e as funções vitais (só um pouco desaceleradas).


O ataque cataléptico pode durar de minutos a alguns dias e o que mais aflige quem sofre da doença é ver e ouvir tudo o que acontece em volta, sem poder reagir fisicamente. As causas, porém, ainda são um mistério, apesar de não faltarem hipóteses e especulações.


Poucas coisas causam tanto terror quanto a possibilidade de ser enterrado vivo.


Embora os avanços médicos tornem cada vez mais raros os casos de catalepsia, em que a vítima é tida como morta e enterrada, há evidências de alguns acontecimentos reais.


Veja abaixo alguns deles:

Niurka Berenice Guzman Reyes: em 2011, a dançarina dominicana foi encontrada sem vida no seu quarto. Os médicos declararam que ela tinha morrido de um infarto no miocárdio, e a jovem de 23 anos foi enterrada. Dias depois, uma de suas melhores amigas teve o forte pressentimento de que Niurka estava viva e, com toda a papelada necessária, sua mãe conseguiu abrir o caixão. A perícia confirmou que a jovem de fato estava morta, mas que havia falecido de asfixia dentro do caixão.


Octavia Smith Hatcher: uma estranha doença assolou o condado de Pikeville, nos EUA, em 1891. As vítimas caíram em um coma profundo que, depois, ficou sabido que era transmitido pela mosca tsé-tsé. Octavia foi a primeira a ser afetada pelo estranho quadro clínico e os médicos da cidade a declararam morta. Quando seu marido pediu que exumassem seu caixão, ele se deparou com uma cena arrepiante. As mãos da mulher estavam dilaceradas por ter arranhado o caixão, tentando sair e em seu rosto era possível observar uma perturbadora expressão de horror.


Rufina Cambaceres: a jovem argentina foi encontrada morta em seu quarto na manhã em que completava 19 anos. Os relatos da época falam que na noite seguinte ao seu enterro, o coveiro do cemitério ouviu ruídos provenientes de sua lápide. Ao chegar ao local, encontrou a menina no chão, com o rosto coberto de sangue. Aparentemente, Rufina despertou de sua catatonia dentro do caixão e, embora tenha conseguido escapar, morreu de um infarto minutos depois, supostamente, muito assustada.


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