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Produção de grãos e fibra no oeste da Bahia é a maior das últimas cinco safras


Mesmo não tendo alcançado a produção média prevista no 2º levantamento técnico, que era de 56 sacas de soja por hectare, o oeste da Bahia chegou bem perto deste número. Dados do último levantamento para a safra 2016-17, realizado na segunda-feira (08), dão conta de que a colheita na região alcançou o patamar de 54 sacas da oleaginosa por hectare, um aumento de quase 55% em relação à safra anterior, quando foram aferidas 35 sacas por hectares.


Depois de cinco anos registrando colheitas tímidas, por causa da longa estiagem, os produtores baianos já podem comemorar os resultados das lavouras. Assim como a soja, o algodão também deve surpreender. Nesta cultura, a expectativa é ainda melhor. O recorde de produção da fibra foi na safra de 2010/2011, o que deve ser superada na safra atual. A previsão é ultrapassar a marca atualmente projetada de 270 arrobas por hectare. A área cultivada da fibra permanece com 190 mil hectares no oeste e 12 mil hectares no sudoeste do Estado.


Já o milho, não deve confirmar a estimativa inicial de colheita, que era de 163 sacas por hectares. Mesmo assim, a cultura pode registrar um módico aumento em relação à safra anterior, passando de 115 sacas por hectares para 130 sacas por hectares. A área plantada no oeste da Bahia é de 180 mil hectares.


Segundo o engenheiro agrônomo e membro do Conselho Técnico da Aiba, Luiz Stahlke, os números são ótimos, mas poderiam ser ainda melhores levando em consideração o potencial da região. O fato de não ter atingido a projeção ele atribui à falta de chuva no final de dezembro e início de janeiro, que interferiu um pouco na produtividade do milho e da soja, sobretudo nas variedades precoces, que foram mais castigadas.


Com a colheita da soja finalizada em 100% da área plantada, ou seja, 1,580 milhão de hectares, os números apresentados são definitivos. Já os dados finais para o milho e o algodão devem ser confirmados em setembro, quando o conselho deve se reunir novamente e as colheitas já estarão finalizadas.


Ainda nesta reunião, foi definido o nome do novo presidente do Conselho Técnico da Aiba, o consultor e engenheiro agrônomo Landino José Dutkievicz. O Conselho Técnico é formado por representantes de associações de produtores, sindicatos, multinacionais, instituições financeiras e órgãos governamentais. As previsões são feitas sempre considerando fatores como perspectivas de mercado, nível tecnológico, condições climáticas e controle fitossanitário.

De acordo com o 3º levantamento para a safra 2016-17, realizado na última segunda-feira (08), pelo Conselho Técnico da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba), com 100% da soja colhida, a produção da região alcançou uma média de 54 sacas da oleaginosa por hectare plantado (sc/ha), em uma área total de 1,580 milhão de hectares. O número representa uma pequena queda, sobretudo nas variedades precoces, que foram mais castigadas pela estiagem, contrariando a expectativa informada no levantamento anterior de 56 sc/ha.

Já a cultura do milho, cuja área plantada no oeste da Bahia é de 180 mil ha, a projeção de produtividade média decaiu de 163 sacas para 130 sc/ha, ou seja, uma diminuição de aproximadamente 20% na produção do grão.

A lavoura de algodão, até então, é a que terá melhores resultados. A previsão ainda é de superar a marca atualmente projetada de 270 arrobas por hectare. A área cultivada da fibra permanece com 190 mil hectares no oeste e 12 mil hectares no sudoeste do Estado.

Os números finais para o milho e o algodão devem ser apresentados em setembro, quando o conselho deve se reunir novamente e as colheitas já estarão finalizadas.

Ainda nesta reunião, foi definido o nome do novo presidente do Conselho Técnico da Aiba, o consultor e engenheiro agrônomo Landino José Dutkievicz. O Conselho Técnico é formado por representantes de associações de produtores, sindicatos, multinacionais, instituições financeiras e órgãos governamentais. As previsões são feitas sempre considerando fatores como perspectivas de mercado, nível tecnológico, condições climáticas e controle fitossanitário.

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