• Por Gervásio Lima Jornalista e historiador

Amigos, amigos, negócios à parte


Não se pode contestar a afirmação de que todo começo é difícil, mas, mais difícil ainda é não encontrar alguém que não tenha passado por perrengues nos primeiros momentos de uma atividade, seja no lado pessoal, profissional e outros. Muitos já vivenciaram ou vivenciam ainda essa experiência na própria pele. É absolutamente normal passar por algumas dificuldades nos primeiros momentos em qualquer que seja o acontecimento ou a área de atuação.


O medo de falhar não poderá ser maior que a vontade de acertar.


Para especialistas, conseguir traçar os planos e atingir o equilíbrio, somado a expertise adquirida ao longo da vida, com certeza auxiliará no triunfo dos objetivos que queira atingir.


No mundo moderno exposto às mais diversas formas de mídias, muitas organizações e órgãos governamentais estão utilizando com frequência cada vez maior do trabalho de profissionais que geralmente são da área de comunicação e relações públicas, para assumir a função de porta-voz, o sujeito que tem como obrigação laboral assegurar que os pronunciamentos públicos sejam feitos da forma mais apropriada e através dos canais competentes para maximizar o impacto das mensagens favoráveis e minimizar o impacto das desfavoráveis.


Conceitualmente um porta-voz é uma pessoa que fala em nome de outra, mas que não se constitui, necessariamente, como parte de outra (isto é, não precisa ser um empregado do representado). Os porta-vozes políticos por exemplo, devem estar bem preparados para enfrentar jornalistas, radialistas e, principalmente os reclames da população, tendo capacidade para responder perguntas ácidas e contundentes, não esquecendo, contudo, que não é ele o 'legitimado' através da escolha popular.


Em se tratando de gestão pública, mas especificamente do executivo, é importante que o timoneiro municipal nunca esqueça que é ele que está no comando, sendo o responsável em delegar, e não entregar todo o processo administrativo aos seus asseclas e comandados por mais competentes e confiáveis que eles sejam. O bom gestor precisa primeiramente confiar em si mesmo para tomar decisões, arriscar e buscar formas para solucionar problemas, sem interferências de terceiros, principalmente quando esses tenham interesses espúrios.


Cautela e caldo de galinha nunca fizeram mal a ninguém.


Conforme o provérbio português, “amigos, amigos, negócios à parte”. Bastante verdadeiro, serve para chamar atenção para os que acreditam que na política ou em qualquer outra disputa de poder exista amizade. Os incautos inevitavelmente serão feridos.


Vários amigos se atrapalham no relacionamento político x pessoal, principalmente quando está no jogo a disputa do poder. Em algumas situações o amigo político, que pode se chamar de correligionário, ou potencial oponente, fala em nome e com autonomia que não lhes foram conferidas.


Como disse o poeta, jornalista e filósofo paraibano, Evan Do Carmo, “Na política não existe amigos nem amizade, os homens ora são inimigos ora são aliados”.


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