• Redação / Jornal Classe A

Chuva reanima produtores que já tiveram perda de 15% na lavoura de milho


O fim de semana de chuva provocou alagamentos e deixou desabrigados em Luís Eduardo Magalhães. Mas na mola propulsora da economia da cidade as notícias são boas. De acordo com a Associação dos Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba) choveu em média na região cerca de 200 mm.

A chuva chegou em boa hora para a agricultura regional, pois entre a segunda quinzena de dezembro e o meado de janeiro o oeste registrou um período de veranico. As chuvas ainda em Janeiro foram muito "manchadas" como dizem os produtores, isto é, algumas fazendas registraram chuva e outras não.

Agora, o índice pluviométrico foi mais regular e bem distribuído na região e alguns agricultores investiram até em culturas de safrinha para aproveitar as boas previsões para os próximos dias e também para os meses de março e abril. A soja e o algodão não registraram perdas significativas e continuam com uma estimativa de produtividade de 56 e 270 sacas/hectare respectivamente. Uma cenário bastante diferente do que foi visto no ano passado, quando os produtores de soja colheram 35 sacas, quase metade disso. O prejuízo contabilizado pela associação na safra 2016 foi de 2 bilhões de reais.

A única cultura que apresentou perdas foi o milho. A Aiba estima que haja uma quebra de 15% na produção, apesar disso, a cultura deve ultrapassar a produtividade do ano passada chegando a 145 sacas por hectare.

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