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Bioeste, Monsanto e Conservação Internacional apresentam projeto de preservação do Oeste da Bahia
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Postada em: 07/03/10 às 13:35:25
Escrita por: Heloíse Steffens
A Bioeste, Monsanto e a ONG Conservação Internacional (CI – Brasil) apresentaram às 09h30 desta última quarta-feira, 03, na sede do Jornal Classe A, o Programa de Conservação da Biodiversidade. O objetivo da vinda do grupo foi à apresentação do balanço do primeiro ano do programa, onde mais de R$ 800 mil foram investidos somente para o diagnóstico ambiental de 86 milhões de metros quadrados de propriedades rurais.
Ao final de um ano, foram 13 propriedades rurais do oeste da Bahia diagnosticadas. O Programa de Conservação da Biodiversidade engloba atividades no nordeste da Mata Atlântica e a reestruturação da política de sustentabilidade socioambiental da Monsanto no Brasil, a fim de fazer com que a empresa e sua cadeia de clientes também incorporem e aprimorem princípios de sustentabilidade ambiental em todas as esferas de influência.
Com um investimento total de US$ 13 milhões a serem aplicados num período de cinco anos, o projeto está voltado para a conservação e implantação de práticas conservacionistas no Oeste da Bahia, que se insere no Corredor de Biodiversidade Jalapão - Oeste da Bahia. O Cerrado, bioma presente no oeste baiano e considerado hotspot de biodiversidade, está entre as 34 áreas identificadas pela ONG Conservação Internacional como as mais ricas em fauna e flora.
Entretanto, apesar disso, é também considerada a mais ameaçada do mundo, que já perdeu cerca de 75% de sua vegetação original. Para fazer frente a essa realidade, a entidade busca desenvolver ações que sejam capazes de garantir a sustentabilidade, onde o importante é produzir sim, mas com sustentabilidade. “Com isso, pretendemos mudar o contexto da paisagem de sub-bacias do rio Grande, desenvolvendo boas práticas produtivas, evitando o desmatamento ilegal e a extinção de espécies”, confidencia o diretor de Política Ambiental da CI - Brasil, Paulo Gustavo Prado.
Além disso, o projeto visa à formação de corredores ecológicos por meio do incentivo à adequação ambiental das propriedades através de ações de treinamento e capacitação de produtores e de prestadores de serviços da Monsanto, importante parceira deste projeto na região. É o que explica a gerente de Sustentabilidade da empresa, Gabriela Burian, quando diz que a Monsanto se apresenta como uma aliada na conservação da biodiversidade.
“Estamos em contato direto com proprietários rurais em paisagens agrícolas e trabalhamos juntos, a fim de estimular as mudanças positivas e influenciar na aplicação de melhores práticas ambientais e produtivas ao longo da cadeia agrícola”, ressalta. Para isso, de fundamental importância é a adesão e engajamento dos proprietários rurais. “Nosso objetivo é inserir a sustentabilidade dentro das propriedades e aliar o conhecimento técnico disponibilizado pelo Bioeste em prol da conservação e desenvolvimento sustentável da região”, enfatiza a coordenadora de planejamento e gestão ambiental do Bioeste, Crisliane Santos.
Educação ambiental
Com esses objetivos, o programa também trabalha com a educação ambiental da população local e dos agricultores. Uma oficina de vídeo-participativo já foi apresentada para 15 participantes entre os dias 25 e 27 de fevereiro, na sede do Bioeste. Os participantes assistiram a vídeos sobre a poluição do rio Grande, a devolução de embalagens de agrotóxicos – demonstrando o perigo destes para rios e solo, a agricultura familiar da comunidade do Mucambo e acessibilidade em Barreiras, vídeos já utilizados no desenvolvimento de trabalhos da ONG na região.
Planos
Como planos para este segundo ano de atuação, o programa prevê a introdução de técnicas de uso adequado do solo com a finalidade de conservar os recursos naturais – água e solos, a recuperação de matas de galeria e de reservas legais em pontos estratégicos. Uma parceria entre o Bioeste, a Universidade Federal da Bahia e a Universidade Estadual da Bahia permitirá a realização de inventários biológicos para o levantamento da fauna e da flora na sub-bacia do rio Preto e a implementação de um projeto de carbono na área de sua sub-bacia a fimde garantir a manutenção da vegetação que ainda está em pé.
Cidadania
Mais do que preservar e conservar a biodiversidade, a parceria prevê o engajamento das comunidades rurais locais de forma a inseri-las nas oportunidades de desenvolvimento do agronegócio local, com a geração de renda e resgate da cidadania. “Serão desenvolvidos planos de negócios capazes de identificar as potencialidades das comunidades rurais com foco em sua segurança alimentar e melhoria das condições de vida”, finaliza Prado da CI – Brasil.
Fonte: Jornal Classe A
Vista: 290 vezes
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De: Sertanejo sofrido
- Postada em: 08/03/10
LOUVÁVEL INICIATIVA!!!
PRECISAMOS ESTAR CIENTES TAMBÉM SOBRE AS NOSSAS ESCOLHAS PARA ESSAS ELEIÇÕES. APROVEITAR AS NOVAS OPÇÕES QUANDO NOS É OPORTUNO, COMO AGORA.
"Não ter medo do novo. Experimentar sempre. Se não der certo e não atender às nossas necessidades, que se torne a descartar, a banir. Até que um dia se faça uma escolha feliz.
Disponibilizar educação e conhecimento para a nossa gente, lhes traz essa liberdade. A da consciência política de poder criar uma ou mais lideranças políticas em nossa região.
Em se tratando da vida política, temos que, prioritariamente, tentar criar os pilares dos “P’s” (Paciente, Prudente e Perseverante).” São palavras dele.
PORTANTO, NÓS DO OESTE ESTAMOS COM ESSA OPORTUNIDADE EM MÃOS NA ESFERA ESTADUAL. Refiro-me ao NILO, esse moço nosso, aqui da região, do RIO PRETO.
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